From the creators of Final Fantasy, here we have the beginning of a new miracle?! Review in Brazilian Portuguese.

User Rating: 8.5 | The Last Story WII
TO SEE MY FULL REVIEW WITH IMAGES PLEASE VISIT THE FOLLOWING LINK:

>>> http://forum.jogos.uol.com.br/analise-de-the-last-story-dos-criadores-de-final-fantasy-temos-aqui-o-comeco-de-um-novo-milagre_t_2243442

OR: >>> http://forum.outerspace.terra.com.br/index.php?threads/an%C3%A1lise-de-the-last-story-dos-criadores-de-final-fantasy-temos-aqui-o-come%C3%A7o-de-um-novo-milagre.306514/

Produtora: Mistwalker
Lançado por: Xseed Games
Plataformas: Wii
Gênero: Action RPG
Save Memory: 11 blocos
Jogadores: 1 jogador ou multiplayer online

Análise postada originalmente em: 11/11/2012

A última história...
Talvez a geração atual de gamers mais jovens comece a perder de vista quem foi Hironobu Sakaguchi e Nobuo Uematsu e a importância que ambos tiveram para a evolução e formação do que temos hoje nos video games mais modernos.
Ambos foram os principais visionários e idealizadores da série Final Fantasy e de grande influência em várias outras obras da inesquecível Squaresoft. Juntos criaram conceitos de qualidade e ideias que nunca vão se apagar na forma moderna como vemos os jogos de vídeo game.

Todos devem conhecer bem a história da série Final Fantasy que desde o principio teve a influência de Sakaguchi em seu desenvolvimento e Uematsu em sua inesquecível trilha sonora. Final Fantasy começou como um projeto pequeno, porém graças a um toque de magia que sozinho foi capaz de salvar uma empresa da falência, criou passo a passo uma legião de fãs eternos e foi um dos exemplos mais sólidos e revolucionários na maneira como a industria de games amadureceu e ganhou admiração indo muito além das crianças, até então seu maior público alvo.

Infelizmente no ato de fusão da Squaresoft com a Enix em 2003, duas velhas rivais no Japão, não apenas Sakaguchi e Uematsu se dividiram, como também toda uma empresa formada por uma geração unida de artistas que fizeram da Squaresoft uma das melhores produtoras de games da história e que marcou na vida de milhões de jogadores com sua criatividade e qualidade artística acima de tudo o que se viu no mundo dos games até aquela época, além de suas impressionantes tecnologias gráficas e sonoras que encantaram o mundo e que se mantêm vivas até hoje graças ao único e avançado nível da arte apresentada na maioria de seus jogos, mesmo em hardwares arcaicos em comparação com as tecnologias atuais.

Logo não é preciso dizer o por quê The Last Story é um verdadeiro evento para os fãs dessa magia que se perdeu ao longo dos anos com a decadência do gênero RPG.
Porém com um orçamento e equipe muito menor que um Final Fantasy tradicional, um hardware ultrapassado e pouco visado pelos gamers hardcores como o Wii, uma época em que a criatividade artística vem revelando sinais de que está chegando aos seus limites de inovação, além da preferência atual dos mais jovens por games menos inteligentes e com pouco material que mexa com o pensamento, terá a nova união de ambos conseguido fazer algum milagre e transformado essa em uma última história que de fato valha a pena ou sinalize um novo recomeço?

Bem, o resultado com base na minha opinião você confere agora! (:
------------------------------------------------------------------------------------------

Enredo: 8.5
Na época da série Final Fantasy, muitos sabem que Sakaguchi teve importante influência na forma épica, divertida e debochada como os temas eram apresentados em seus jogos, enquanto Uematsu dava com sua música a direção aos acontecimentos que a mente da equipe precisava, porém todos os aprofundamentos e momentos mais complexos dos temas normalmente eram inseridos por outras grandes mentes da Squaresoft que de grão em grão contribuíam de forma que tornavam as histórias da série fascinantes.
Sendo agora um outro tempo, vemos no game todos os traços da presença de Sakaguchi principalmente, mas todos os temas mais inovadores e aprofundados sumiram e não deixam sua marca na história rasa de The Last Story.
Logo ao ler na parte de trás do box do jogo que se trata da história de mercenários que desejam se tornar cavaleiros, você já percebe que não temos aqui algo tão convidativo assim. A história de The Last Story nada mais é do que uma junção de diversos clichês dos livros e do cinema, mas em meio a sua simplicidade, consegue apresentar no final um bom conto que vai lhe manter interessado na maior parte dele.

A história começa sem grandes apresentações e aos poucos vai revelando a maioria dos personagens principais enquanto você explora a primeira dungeon do game. Todos os personagens foram personagens bem pensados e que se destacam pelo seu contínuo toque de humor e até um pouco de carisma na maior parte do tempo, mas a força deles na história não será tão relevante a ponto de você guardar com facilidade algo simples como seus próprios nomes. O enredo se passa praticamente todo dentro da ilha de Lazulis, um império que vive em paz, mas que tem uma história de exploração e abuso de outras civilizações que o torna alvo do desgosto de outros povos.
A história do jogo ao longo de sua duração não evolui tanto, mas o que a torna interessante é a estabilidade do tema e todos os acontecimentos que vão girar em torno dele, ou seja, a busca por um sonho que vai abrir os olhos para novas verdades e uma injusta realidade que terá que ser contornada em busca da verdadeira e almejada paz para todos aqueles que a desejam.
Uma coisa eu posso afirmar com segurança, o enredo aqui não está no nível de nenhum Final Fantasy da época de ouro que terminou em FFX ou mesmo dos mais antigos como FFIV e V, não é a última história ou despedida que esperávamos de Hironobu Sakaguchi, mas acompanhar essa jornada terá o seu valor, além de bons momentos de riso e entretenimento. Espero que Sakaguchi ainda nos reserve muitas outras histórias épicas e fantasiosas no futuro e que façam jus ao seu grande legado mágico deixado nos vídeo games do passado, The Last Story tem uma boa história, mas não é nada que provavelmente você já não tenha visto antes e melhor.

Jogabilidade: 8.5
Dizem por ai que Sakaguchi buscou com The Last Story um equilíbrio perfeito na qualidade da jogabilidade ao entrar na moda do action, mas sem dúvida é apenas mais uma balela de quem não consegue admitir devido aos neurônios adormecidos, que a jogabilidade por turnos, com world maps, "filminhos" e variações diversas nos controles dos RPGs antigos era uma das essências que os tornavam tão prazerosos por 50, 80, 100, ou para os rejogadores, 200, 500 horas de jogo até hoje.
Temos aqui em The Last Story um action RPG, ou seja, você se movimenta e batalha livremente pelos cenários, porém ao mesmo tempo o jogo tentar manter algo para você pensar, oferecendo antes de algumas batalhas opções para visualizar estratégias de combate pelo cenário como forma de facilitar o seu ataque. O jogo apresenta com uma certa constância vários novos golpes para incrementar o combate, mas aos poucos a maioria se mostra pouco memorável e bastará um ou dois dias sem jogar para você esquecer suas peculiaridades no controle e ter até que recorrer aos tutoriais. Isso de certa forma não será tão prejudicial, já que na maior parte do jogo a dificuldade dos combates é bem ajustada de forma a não causar frustrações, mas poderão ocorrer exceções. O combate no geral tende a ser divertido, mas não consegue ser alvo de motivos suficientes pra você se manter estimulado no jogo apenas por ele.

O mundo explorável do game não é tão grande e sua cidade principal pode ser o palco para diversos minigames, mas na maioria chatos e simples que são resumidos em fazer você bater perna para depois ser recompensado com besteiras pouco estimulantes, porém um local pode se destacar que é a tradicional battle arena, não há tanto para se fazer aqui além de batalhar, mas pode render um tempo razoável de diversão inicialmente, depois haverá pouco aqui para mantê-lo voltando.
Eventualmente podem ocorrer alguns pequenos bugs na jogabilidade, mas a maioria se corrige sozinho não chegando a ponto de ter que reiniciar o jogo por exemplo, porém uma constante instabilidade de frame rate pode atrapalhar na jogabilidade eventualmente.
Na maior parte do tempo a jogabilidade consegue mantê-lo estimulado em seguir em frente e não há tantos opcionais inúteis, repetitivos e chatos como vejo em tantos jogos por ai, eu particularmente gosto assim. Na maior parte do tempo a jogabilidade se resume em andar, batalhar, fazer compras, explorar e depois repetir esse ciclo, uma forma de jogabilidade atual que tende a se tornar muito chata depois de algum tempo, mas os demais elementos de The Last Story conseguem por fim manter isso funcionando sem se tornar cansativo.

Em matéria de equipamentos o jogo também possui uma boa diversidade deles e devido à presença do modo online, você tem a opção de customizar suas cores, além de adicionar efeitos ou simplesmente removê-los dos personagens, mas pra tudo isso você terá que adquirir ou encontrar itens que permitam essas alterações.
Na parte de menus, não gostei muito da forma como as armas e armaduras são apresentadas e os ícones pequenos com o rosto daqueles que estão com elas, pois dificulta bastante na hora de fazer os devidos upgrades com os especialistas ou trocar equipamentos entre os próprios personagens, além de selecionar os mais poderosos. Nessa parte eles poderiam ter feito algo muito melhor do que o apresentado, o que torna um pouco chato o processo de alteração.
Dentro dos menus você ainda encontra opções que permitem fazer pequenos movimentos e aproximações da câmera nas cenas não jogáveis, ou mesmo caso já tenha visto uma cena, você pode acelerar ela até o ponto desejado.
Sobre a câmera na parte de controle, não está das melhores que já experimentei, eu sinto ela às vezes muito em cima dos personagens, sendo mais prejudicada ainda pela presença de muitos cenários apertados, membros da equipe na mesma tela e eventuais bugs, mas no geral consegue oferecer uma experiência satisfatória. Você tem a opção aqui de jogar tanto utilizando o Wii Remote + Nunchuk quanto o Classic Controller, o jogo parece melhor no Classic Controller, mas funciona bem de qualquer forma.
Vale ressaltar também que há um pleno equilíbrio entre jogabilidade e cenas não jogáveis, tornando a evolução do game bastante natural, a única coisa que pode aborrecer um pouco são os vídeos dos tutoriais ensinando as novas técnicas de jogabilidade, às vezes eles são muito rápidos e você não consegue ler direito o que deve fazer, ou então enrolam muito ao invés de seguirem direto ao ponto, nesse aspecto poderiam ter trabalhado um pouco mais.

Gráficos: 8.5
Visualmente o jogo possui gráficos bonitos para o que ele deseja apresentar, mas não chega a ser algo tão expressivo dentro das capacidades do Wii, ou mesmo de outros RPGs da geração PS2. O jogo conta com uma ótima arte, mas que não chega a impressionar na sua execução, mantendo-se viva perante os olhos mais por efeitos técnicos do que pela sua qualidade e criatividade, porém para os veteranos da série Final Fantasy, a presença nos menus de alguns traços simples vindos de Yoshitaka Amano serão imediatamente notáveis.
No geral o game possui texturas decentes e alguns efeitos razoáveis nas batalhas, às vezes é agradável observar alguns cenários e cenas com os personagens, mas não por muito tempo, os gráficos conseguem satisfazer os olhos ao longo de toda sua duração, mas não conseguem em momento algum arrancar um "wow!!", apesar disso ser compensado pelo jogo apresentar muitas cenas em CG (ou FMV) como forma de exibir principalmente os momentos mais épicos, mas que não chegam ao mesmo nível de grandes clássicos como a própria série Final Fantasy (VII à X), Xenosaga, Persona, entre outros que utilizaram desse recurso.

Em alguns momentos achei decepcionante quando ocorrem certas situações, então ouço em torno disso muitos efeitos sonoros, mas olho e não vejo nada acontecendo pelos cenários ou com bem poucas animações em volta, ainda no PS1 isso conseguia ser melhor apresentado.
Na parte jogável o game também sofre com uma constante oscilação de frame rate ao longo de quase todo o jogo, prejudicando as animações pelos cenários e dos personagens, uma falha técnica realmente surpreendente e impossível de se admitir, considerando que esse é um dos últimos lançamentos significantes para o Wii e utilizando em sua maior parte de tecnologia antiga, além dos cenários em sua maioria serem apertados, pequenos, sem grandes ambições, isso acabou me aborrecendo em alguns momentos, apesar de ser algo contornável.
A falta de dublagem labial quando os personagens falam enquanto estão pelos cenários na parte jogável, também não ficou legal, mas nas cenas em que normalmente levam a história pra frente, normalmente aparece uma imagem em definição maior do rosto do personagem na tela com ele conversando com o outro, sendo ai bem sincronizado.
Graficamente The Last Story é bonito, agradável e suportável, mas não possui qualquer magia relevante ou encanto como pode ser encontrado nos velhos clássicos, você vai se agradar mais com o livro de arte do jogo caso compre a Limited Edition do que com o próprio em execução, mas acredite, não é tão ruim assim, apenas poderia ser melhor!

Música, Som, Vozes: 8.5
Temos aqui uma autêntica hora da verdade! Como fã absoluto de Nobuo Uematsu, não posso negar que a minha maior expectativa era de ouvir sua nova trilha sonora e observar como ela poderia ter influenciado na qualidade desse jogo como influenciou em todos os games que participou no passado... E finalmente a experiência começa, inicialmente com duas melodias bonitas, mas simples do simples, com um ar triste, que dão seqüência ao dar o new game em um cenário sem música, seguindo assim nesse ritmo...
É... Logo de cara já não foi o que eu desejava...
Para The Last Story a marca da música de Uematsu sem dúvida está aqui, mas não como em Final Fantasy ou mesmo como em Lost Odyssey. É surpreendente que a distribuidora X-Seed ainda tenha dado de brinde alguns CDs junto com a edição limitada do jogo com 7 faixas e que andou sendo disputado a tapa, inclusive por mim que não dei a sorte de conseguir a edição limitada com ele e ainda tive que pagar 12 Obama$ para importá-lo!!
Aqui de fato temos o velho e amado Uematsu de volta, mas nesse projeto algo não saiu como de costume. Muitas de suas músicas soam com músicas dos antigos FFs, não que isso já não tenha acontecido antes dentro da própria série, mas aqui às vezes fica mais evidente do que nunca e não soa tão bem quanto as variações melódicas similares que ocorriam dentro dos jogos antigos.
Não, as músicas não são ruins, chatas ou entediantes, mas também não são incríveis, surpreendentes ou muito mágicas como as originais, boa parte são apenas cópias modificadas e com notas, instrumentos e trechos iguais a algumas antigas inesquecíveis, isso não consegue ser nem ruim e nem bom na experiência musical do jogo, apenas não consegue brilhar o suficiente, pois as faixas não são tão boas quanto o que ele fez antes.

Porém, o que me deixou um pouco decepcionado foi praticamente todos os cenários não possuírem música, havendo apenas o barulho ambiente. Os fãs sabem que para Nobuo Uematsu, o ideal é que cada cenário possua sua música e que ela busque se ambientar nele, algo que ele fez com genialidade em todos os FFs que participou e muitas das músicas de cenário foram exatamente algumas de suas melhores melodias já criadas, então como que isso veio a acontecer em The Last Story? Cenários sem música? É um tanto triste isso, mas talvez revele exatamente a natureza desse projeto que é o de não ser algo tão grande e dedicado em tempo de produção e investimento, mas apenas o desejo de uma equipe em fazer um bom jogo.
A música aqui também foi bem desenvolvida nas cenas, mas parece mais um som de filme do que de um épico vídeo game, logo a música não consegue levar os acontecimentos para um rumo ou influenciar em toda a arquitetura do jogo como era na série Final Fantasy, fazendo dessas composições de Uematsu muito pouco interessantes. Os temas de batalha ao menos são satisfatórios, ajudando os combates à não caírem no tédio, mesmo alguns sendo variações de músicas antigas.
Referente à parte de som ambiente, normalmente ele é bem executado, nada muito especial, mas consegue parcialmente substituir a ausência de música.
Um dos grandes destaques da parte sonora de The Last Story está na voz dos personagens, eu gosto da voz da maioria deles, não existe uma particularidade vocal tão grande e expressiva como nos personagens de Final Fantasy X por exemplo, mas você consegue se sentir a vontade com boa parte deles, pois muitos dos diálogos são bem escritos e dublados, além de abundantes pelo jogo todo.
Por fim gostaria realmente de ter ouvido melodias fantásticas pelos cenários ao nível de Find Your Way de FFVIII, Terra de FFIX, Judgement Day de FFVII que foram tão incrivelmente bem ambientadas, entre outras centenas e centenas de músicas incríveis que Nobuo Uematsu compôs ao longo de toda a série, mas definitivamente não foi aqui que essa sede foi diluída, a esperança permanece viva para possíveis projetos futuros desse grande mestre!

Replay: 8.5
Com uma duração que gira em torno de 30 a 40 horas, jogar novamente The Last Story pode ser uma opção interessante após algum tempo, mas infelizmente não existem tantos motivos, tanto pelo conteúdo apresentado, quanto por possíveis extras. Após terminar o jogo você pode iniciar um new game+ trazendo com você os equipamentos e leveis que obteve em sua jornada anterior, ficando tudo bem mais fácil, apesar de que os chefes e subchefes terão um aumento significativo de poder. Também surgirão alguns outros poucos objetivos a se conquistar em termos de equipamentos. A melhor opção talvez seja tentar tirar algum proveito do modo online!

Modo Online: 7.5
É quase que surpreendente, mas mesmo a essa altura do campeonato, The Last Story nos presenteia com um modo online que funciona perfeitamente e só peca pela simplicidade e poucas opções de jogo. No modo Deathmatch você pode batalhar contra até 6 jogadores, um contra o outro ou em equipe, enquanto que no modo CO-OP você também pode se juntar com até 6 jogadores em uma batalha contra inimigos poderosos.
Aqueles que possuem uma melhor performance na batalha e se mantêm vivos são os que ganham mais pontos no ranking e podem também conseguir equipamentos que ficam disponíveis para utilização no modo Story do jogo, incluindo alguns raros.
Normalmente os equipamentos equipados no modo Story só refletem visualmente no modo online, ficando o status e leveis dos personagens todos semelhantes durante as batalhas, porém as forças das armas podem ser refletidas no modo CO-OP.
Você também pode se comunicar com os outros jogadores, porém apenas através de uma lista grande de mensagens pré-estabelecidas pelos produtores. Antes de começar uma partida, você está livre para escolher entre diversos personagens do jogo que deseja controlar, alguns trabalham melhor com combates físicos, outros com magia, você também pode votar em qual cenário acontecerá o combate, normalmente esses cenários são modificações de alguns dos cenários do jogo principal.
Atualmente em certos horários só tenho encontrado alguns poucos jogadores no modo CO-OP, já em outros às vezes eu encontro sala cheia nos dois modos, mas quase sempre as pessoas preferem jogar apenas no CO-OP, para um jogo de fim de carreira do Wii e sem nenhum grande destaque estrelar na mídia, o movimento online até que está bom.

Notas:
Enredo: 8.5
Jogabilidade: 8.5
Gráficos: 8.5
Som: 8.5
Replay: 8.5
Modo Online: 7.5

Média técnica final: 8.3
Nota pela experiência de jogo: 8.5

Prós:
- Bons personagens, diálogos e dublagem
- Enredo consistente
- Boa duração de jogo
- Boa jogabilidade
- Utilização de CGs

Contras:
- Sem músicas pelos cenários
- Instabilidade de frame rate
- História clichê

Considerações Finais:
The Last Story é um ótimo jogo e fácil de recomendar, porém não chega a ser uma obra prima que possa ser considerada obrigatória de ser jogada.
Para aqueles que carregavam a dúvida sobre o jogo ser melhor do que Xenoblade Chronicles, definitivamente não é em aspecto algum, exceto por The Last Story utilizar CG para incrementar a narração da história, mas que não chega a ser tão épica como algumas das cenas em tempo real de Xenoblade ou de muitas das CGs de jogos do passado, sendo mais um incremento visual do que emocional.
The Last Story não é como Final Fantasy foi um dia, não mesmo, é um jogo que deve ser jogado por todos aqueles que já jogaram os grandes RPGs do passado, mas se você nunca jogou games obrigatórios como Final Fantasy VI à X, FF Tactics, Xenogears/Xenosaga, Brave Fencer Musashi, seria um pecado investir o seu tempo em The Last Story e insistir em seguir rumo a morte sem conhecer e terminar esses clássicos eternos, inesquecíveis e valiosos da antiga Squaresoft. Perante eles, certamente The Last Story pode ficar na lista de espera para uma outra hora.
0 comments