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  • Tenshin
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All About Tenshin

  • 2Mar 07

    Review: "Lost Planet: Extreme Condition (X360)"

    Já comprei o Lost Planet há algum tempo e a verdade é que tenho jogado pouco mais. Sem dúvida, o jogo é um bocado para o curto, mas não é isso que interfere com a excelente jogabilidade e história. Estranhamente, são os jogos curtos que geralmente recebem a minha aprovação (max payne, por exemplo), talvez porque sejam mais divertidos e perdem menos tempo com fillers e o abominável grinding. Lost Planet está sempre a surpreender, não existe reciclagem de níveis -- não é tudo neve e gelo, como se inicialmente temia -- e todas as missões são diferentes de alguma forma. Quando nos começamos a aborrecer (se é que é possível, com tanto akrid atrás do nosso sangue quente) a Capcom surpreende-nos com um novo VS (um tipo de mech pertinente à história) com novas habilidades ou uma nova arma.

    E há muitas armas, conto a Machine Gun, a Shotgun, a Rifle, o Rocket, a Plasma gun, Energy gun e o gancho (ferramenta indispensável para chegar a sítios inacessíveis de outra forma). Não só, o personagem pode remover as gigantestas armas dos VS e usá-las para moer akrid, a vida selvagem do planeta. As granadas também estão espectaculares, inovando com a disk grenade, uma espécie de frisbee explosivo.

    Os VS também estão espectaculares, sendo que o jogo passa de shooter para simulador de mechs sempre que entramos num. O som está espectacular e os efeitos visuais são um crédito à next-gen. Os bosses são geralmente gigantescos monstros de 50 metros de altura ou duelos de VS e estão também estúpidamente bem feitos, não há queixas.

    Para ser franco, o único problema é realmente a narrativa. A história, apesar de ser muito boa, está muito mal contada. Buracos enormes. As cutscenes estão boas, não é por aí, mas é a única verdadeira falha do jogo.

    E depois de acabar o single-player (ainda estou a trabalhar nos achievements, nada fáceis) viro a minha atenção para o online. A primeira coisa que vemos é a opção de modulador de voz (para falarmos à robô) e escolher o nosso personagem, um leve toque de personalização. Não é difícil encontrar um jogo e imediatamente começar a jogar, o tempo máximo de espera entre jogos é geralmente 1 minuto e meio para jogos de 15 minutos, por isso logo aqui o Lost Planet situa-se anos-luz à frente de outros títulos. A jogabilidade no multiplayer está inalterada em relação ao modo de 1 jogador, o que é bom, continua disponível o gancho e o VS ocasional. Existem imensos mapas que representam todas as áreas do jogo e a Capcom está prestes a lançar mapas adicionais num pack de download. Estão disponíveis 4 modos para os guerreiros online: elimination, team elimination, post grab (as equipas têm de capturar todos os postes para ganhar o jogo) e fugitive (1 jogador é o fugitivo e tem todos os outros a tentar matá-lo). A parte online também está dotada de um "rank" que sobe e desce conforme a performance do jogador, mas é mais testemunho ao tempo gasto a jogar do que às nossas habilidades.

    Resumindo, é um bom jogo e a qualidade do multiplayer foi uma surpresa agradável.

    primeira review, woo

    • Posted Mar 2, 2007 6:16 am PT
    • Category: Games
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  • 2Mar 07

    Bad Company

    Ando a dizer isto à anos, os jogos Battlefield beneficiariam imenso com uma campanha single player ou simples objectivos offline e, enquanto o rank online revelou ser um incentivo espectacular, não é substituto para uma boa história, um bom tutorial e personagens que ficam connosco.

    Battlefield: Bad Company é a nova excursão desta série militar nas consolas, tal como Modern Combat os gráficos estão significativamente melhorados, o detalhe das personagens é muito maior do que nos jogos PC e, claro, em formato widescreen, coisa que a EA não planeia fazer no PC tão cedo.

    O multiplayer espera manter o nível de qualidade a que os fãs da série já estão habituados e conta ainda com a tecnologia Frostbite da EA, prometendo ambientes completamente destrutíveis. Se antes podiamo-nos esconder de um tanque dentro de uma barraca, já não é o caso, algumas balas de tanque vão chegar para trazer abaixo edifícios inteiros.

    Quanto à campanha offline, o jogador vai fazer parte de um grupo de mercenários que trabalha "à margem" da guerra e terá de se ver contra os exércitos no jogo e outros guerrilheiros. Sendo que é a série Battlefield, não se esperam "monstros" nem nada parecido, adversários humanos e máquinas blindadas são as únicas coisas no menu (o que é bom, depois de prey, gears of war, crysis, half-life 2 e outros FPS se basearem tanto em fantasia alienigena).

    Pelo pouco que vi do single player, o voice-acting está de notar e as cutscenes também estão muito boas. Vai ser interessante ver como o Battlefield vai evoluir com este jogo, quem quiser saber mais pode consultar o site da gamespot aqui.

    Go, Squad, Go

    • Posted Mar 2, 2007 6:12 am PT
    • Category: Games
    • 0 Comments

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